"Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Ora, eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa."
João 4:35
De acordo com o catálogo Ethnologue, existem 7.106 idiomas no mundo, 2.500 deles em risco de extinção.
De todas, as línguas mais faladas do mundo são: mandarim (mais de 1,1 bilhão de pessoas), espanhol (414 milhões), inglês (335 milhões), hindi (260 milhões) e árabe (237 milhões).
Na Ásia existem 2.303 línguas e a Europa possui 285 idiomas. A UE (União Europeia) possui 24 línguas oficiais, entre elas estão búlgaro, checo, eslovaco, estônio e romeno.
A República da África do Sul possui 11 línguas oficiais, segundo o Guinness World Records, o livro dos recordes. São elas: inglês, africâner, zulu, xhosa, soto do sul, tswana, sepedi, tsonga, suázi, ndebele e tshivenda.
Até 31/12/2012, a Bíblia havia sido traduzida para 2.544 línguas, ou seja, apenas um pouco mais que o total de línguas da Ásia.
Há muito o que fazer!
Todas as fontes de pesquisa estão linkadas no texto.
Orfanatos lotados de crianças pontilham a paisagem, alguns com placas no portão, outros escondidos em ruas secundárias. Mas muitas dessas crianças não são órfãs. No Haiti, uma campanha está em curso para fechar o máximo possível dessas instituições.Numa delas, o missionário americano Chris Savini embalava um bebê de dez meses. A mãe do bebê morreu, e o pai, Luxe Étienne, sobrecarregado com oito filhos, entregou seis deles a orfanatos."Ele sabia que era a melhor aposta para o seu filho", disse Savini, que conseguiu que um casal dos EUA adotasse o bebê da Mission Une Seule Famille en Jésus Christ, nos arredores de Porto Príncipe.Esses arranjos são tradicionais no Haiti. Depois do terremoto de 2010, ficou claro que a maioria das crianças nas centenas de orfanatos do Haiti tem pai ou mãe vivos.Autoridades, ativistas dos direitos infantis, líderes religiosos e outros decidiram que era necessária outra abordagem.Das quase 30 mil crianças em instituições haitianas e das centenas que são adotadas por estrangeiros a cada ano, o governo estima que 80% tenham pelo menos um dos pais vivos.É a pobreza que leva os pais a entregarem seus filhos para orfanatos. Muitos acreditam que essas instituições forneçam escolaridade básica e alimentação. Numa visita ao orfanato que cuida de três dos seus filhos, Étienne disse ter dificuldade para ganhar a vida como autônomo e que mal é capaz de manter os dois filhos que permaneceram em casa. "Se eu tivesse renda suficiente, eu já os teria levado de volta para casa", disse ele.O governo haitiano pretende desempenhar um papel maior nas adoções. Nos casos envolvendo crianças que não são órfãs, as autoridades desejam conversar com os pais naturais para obter o consentimento para a adoção e oferecer assistência caso eles desejem permanecer com seus filhos. "Não queremos que a pobreza seja a única motivação", disse Arielle Jeanty Villedrouin, que assumiu no ano passado a direção nacional de bem-estar infantil.O governo já começou a inspecionar as instituições. A vasta maioria dos orfanatos funciona sem licença. Só 112 estão credenciados.Com uma equipe de 160 inspetores, o governo já avaliou 725 orfanatos e encontrou 72 sem condições mínimas de funcionamento. Desde setembro de 2011, 26 fecharam.Mas os fechamentos pararam, porque há poucos orfanatos credenciados para receber as crianças enquanto o governo localiza suas famílias, segundo Villedrouin.Brad Johnson, diretor do orfanato e da escola da Missão de Esperança Haiti, aplaudiu a meta governamental de manter as crianças com as famílias, mas disse ser improvável que isso vire realidade se a economia haitiana não melhorar."Quando não houver crianças sentadas na rua morrendo, vamos parar de ter um orfanato", disse ele. "Neste momento, a realidade é que é preciso haver orfanatos no Haiti."
Fonte: FOLHA com reportagem do TheNewYorkTimes - 17/12/2012
Continue orando pelo Haiti. Além das necessidades financeiras e sociais, a maior de todas é a de esperança e fé que só Jesus pode dar. O Haiti ainda é dominado pelo sincretismo religioso e o Vodoo tornou-se uma religião oficial do País em 2003, sendo praticado inclusive por cerca de 80% dos que se dizem católicos, maioria religiosa daquela nação. Há uma considerável número de evangélicos no país (entre 20 e 25%) e muitas denominações porém as dificuldades são grandes e há apelos intensos dos pastores para que a igreja no Brasil erga os olhos, passe o Atlântico e ajude o Haiti. Se ainda não o faz, comece a orar partir de hoje pelas vidas que pedem socorro naquele país.
Logotipo de multinacional é reconhecido por 94% da população mundial
Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Interbrand, mostrou que a Coca-Cola era a marca mais conhecida do mundo de 2012. Criada em 1886, a multinacional produz cerca de 3.500 produtos, está presente em todos os 200 países do globo e investe por ano aproximadamente dois bilhões de dólares em publicidade.
Alguns dados sobre a produção e a influência do refrigerante são surpreendentes. Ao redor do planeta, 94% das pessoas reconhecem o nome e o logotipo da Coca-Cola, mas apenas 54% da população identificam a cruz como símbolo do Cristianismo e sua associação com Jesus Cristo.
O Instituto de Consultoria de Marketing Sri Sharada estudou as estratégias de promoção da Coca-Cola e afirma : “A pesquisa garante que essa marca é reconhecida por mais de 94% da população do mundo. Há muitos fatores que contribuem para o sucesso da Coca-Cola, no entanto, os principais fatores de seu sucesso são inovação, marketing, e globalização”. Segundo o site Unfinished Task [Tarefa inacabada], que acompanha o crescimento da população e o número total de cristãos, estima que dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta, 3.6 bilhões de pessoas “não tem oportunidade de ouvir e compreender o Evangelho.”
Vi em Gospelprime com informações The Christian Post
Eu acredito que um brecha maior se abrirá em breve na Janela 10/40 para a evangelização daqueles povos. Tenho uma convicção firme sobre isto (fruto da fé) e sei que, tanto pela intercessão de milhões que oram por este motivo quanto pela pressa que Deus tem em fazer divulgado o Evangelho, não vai demorar muito.
A questão que me preocupa neste momento é: será que a igreja (especialmente no Brasil) está preparada para avançar sobre esta brecha? Será que os olhares estão voltados à esse campo em flor, olhares esperançosos e de prontidão? Será que a fé está firme? Se está firme que as barreias cairão, então sei que projetos e estratégias já estão pensadas sob a orientação de Deus.
Do contrário, temo que percamos uma grande colheita como (em minha míope opinião) aconteceu com o Leste Europeu.
Oremos pelos povos opressos da Janela 10/40, pela igreja perseguida de lá e pela igreja livre e dormente de cá (óbvio que não me refiro à denominações específicas pois muitas estão fazendo um papel maravilhoso, mas que é ainda muito pouco em vista da necessidade vista e do número de cristãos nominais existentes), pela abertura de espaços para evangelização naquelas nações. Oremos para que se apresse este momento!
Trocar o Hinduísmo pelo Cristianismo tem sido a atitude de muitos homens, mulheres e crianças na Índia.
O pastor Dinesh Shur disse, em reportagem a CBN News, que a população tem crescido no Rajastão, um dos maiores estados do país.
"Fazer a obra de Deus por anos e começar a ver os frutos do seu trabalho, é impressionante. Você vê as vidas transformadas, você vê a felicidade eterna nos rostos das pessoas, e como não me emocionar", disse.
"A transformação é quase imediata", conta Dinesh. "As famílias param de orar aos espíritos de seus antepassados, eles param de beber, eles param com as práticas de feitiçaria. Toda a sua vida é transformada radicalmente quando eles aceitam Jesus."
O pastor relata que recentemente batizou 178 pessoas de sua tribo. Apesar de ainda serem minoria, Dinesh ressalta que há relatos de que cerca de 300 mil pessoas de tornaram crentes nos últimos dez anos.
Papua Nova Guiné é um dos países com maior diversidade cultural do planeta. Segundo dados recentes, existem 841 línguas diferentes catalogadas no país, embora 11 sejam consideradas em extinção ou a essa altura, já extintas. Dessas, 820 são dialetos indígenas.
A língua indígenamais falada é Enga com cerca de 200.000 falantes, seguido por Melpa e Huli, no entanto, a principal língua do país é Tok Pisin (vulgarmente conhecido em Inglês como New Pidgin, Pidgin ou Guiné Melanésia), em que grande parte do debate no Parlamento é realizado e muitas informações e publicidade são apresentadas.
Infelizmente a Bíblia não está disponível para toda Papua Nova-Guiné senão para um pequeno grupo linguístico e ainda assim, apenas parte das Escrituras foram traduzidas.
Veja a repercussão do início de estudos bíblicos em línguas locais de Papua Nova-Guiné clicando AQUI e AQUI.
Veja também este impressionante vídeo sobre a chegada do Novo Testamento em um povoado de Papua Nova-Guiné:
A Constituição dá direito à liberdade de expressão, pensamento e crença, não havendo incidentes legislativos contrários a isso ou indícios de coibição desses direitos.
Povos de Papua Nova Guiné Créditos exploradordosertao.blogspot.com.br
O censo de 2000 constatou que 96% dos cidadãos se disseram cristãos, no entanto, muitos cidadãos combinam sua fé cristã com tradições pagãs e práticas religiosas indígenas.
Religiões minoritárias incluem a Fé Bahá'í, o Islã e o Confuncionismo. Grupos religiosos cristãos e não cristãos são ativos em todo o país e se misturam com religiões tradicionais, como o Korowai, animista, e outras com elementos de culto aos antepassados. Prevalente entre as tribos tradicionais é a crença na masalai, ou maus espíritos, que são acusados de "envenenar" as pessoas, causando calamidades e morte, e também a prática de puripuri (bruxaria tradicional de Papua Nova Guiné).
Huli
Escrevemos anteriormente sobre Papua Nova Guiné e a prática de enterrar vivos os portadores de HIV. Confira clicando AQUI.
Ore por esse país constituído de inúmeros povos e nações. Peça ao Senhor que levante missionários para aqueles povoados mais extremos. Ore para que novas traduções da Bíblia sejam feitas. Compartilhe essas informações com sua igreja, seu grupo de oração e em suas redes sociais.
Notícias recentes:
Pelo menos 29 integrantes de uma seita canibal de Papua-Nova Guiné foram detidos por matar e comer sete pessoas durante rituais de magia negra, informou nesta quinta-feira (5) a imprensa local.Entre os detidos estão um menino de 13 anos e um professor de uma escola de Biam, uma zona rural do litoral nordeste do país, indicou o chefe da Polícia Daniel Kapen ao diário "The National". Segundo a polícia, o líder da seita e outros dois membros escaparam da operação realizada na quarta à noite em Biam, uma semana depois de terem sido encontrados restos de um cadáver mutilado. As mesmas fontes indicam que essa seita canibal é responsável pelo assassinato de ao menos quatro homens e três mulheres, cujos corpos foram usados em rituais de feitiçaria, uma prática corrente entre as tribos papuas que vivem nas zonas mais remotas.
Duas notícias publicadas nesta semana chamam a atenção para um fato cada vez mais exposto: a cegueira espiritual da África, imersa em crendices e feitiçarias que de tão arraigadas em seu cotidiano já viraram assunto de Estado em alguns países.
Oremos por missões e missionários. Contribuamos para a evangelização dos povos.
Sereias - Sereias viraram assunto de Estado no Zimbábue. Isso porque, na semana passada, o ministro de Recursos Hídricos do país, Sam Sipepa Nkomo, disse, a um comitê do Senado, que sereias andam perseguindo trabalhadores das barragens de Mutare, Manicaland e Gokwe.No mesmo encontro em que levou o problema, Nkomo sugeriu uma solução. Para acalmar o espírito das sereias, ele contratou chefes tribais que iriam realizar rituais especiais. Até porque os trabalhadores dessas regiões estavam com tanto medo que tinham abandonado o projeto.Boa parte da população rural do Zimbábue acredita em seres sobrenaturais. Histórias de sereias são contadas há centenas de anos. Dizem que elas capturam homens e os levam para dentro do rio, de onde eles nunca mais conseguem escapar.Segundo o ministro, alguns trabalhadores já desapareceram, enquanto outros estão sendo perseguidos.A proposta de Nkomo encontrou apoio no ministro do Desenvolvimento Rural e Urbano, Ignatius Chombo, que pediu uma solução urgente por parte os líderes tribais.A bruxaria faz parte da cultura do Zimbábue e é tão difundida que chega a ser protegida por lei.Claro que há outras explicações para as bruxarias. O próprio ministro Nkomo disse que a pressão da água nessas barragens é muito alta e pode causar uma movimentação estranha da correnteza e ilusões de ótica.
Zumbis - Um sul-africano que afirma ser um famoso cantor considerado morto está sob custódia policial até que sua identidade seja determinada.
O homem afirma ser Khulekani "Mgqumeni" Khumalo, premiado cantor de música típica da etnia zulu, que teria aparentemente morrido em 2009.
Notícias relacionadasSul-africano se casará com quatro mulheres no mesmo diaCandidata conservadora nos EUA minimiza participação em ritual de feitiçariaInvestigação da BBC desvenda sacrifício ritual de crianças em Uganda Ele apareceu na casa da família na semana passada afirmando ter sido sequestrado por zumbis.
Sua família, incluindo duas esposas, diz que ele é mesmo o cantor supostamente morto, mas a polícia diz que ele será acusado de fraude se testes de DNA revelarem que mente.
A correspondente da BBC no local Nomsa Maseko diz que a polícia espera o resultado dos testes até o final da semana e, até lá, o homem permanecerá preso.
Ela diz que se o DNA for o de Khumalo, a polícia terá que entrar na Justiça para exumar o corpo enterrado no início de 2010 em um funeral que causou comoção no país e teve a presença de políticos, imprensa e fãs. Feitiçaria - Maseko afirma que o caso vem gerando grande interesse na África do Sul e, no domingo, milhares de fãs foram até a cidade de KwaZulu-Natal para a “apresentação” oficial do homem.
A polícia usou canhões de água para controlar a multidão, que buscava um melhor lugar para ver aquele que dizia ser Khumalo. Usando um alto-falante, ele disse aos seus fãs que não estava morto, mas desapareceu após ser vítima de feitiçaria.
Ele disse ter sido mantido em uma caverna por dois anos, onde teria sido forçado a cantar e comer lama para se manter vivo.
"Sempre estive vivo. Perdi muito peso, mas sou eu", disse ele ao jornal Times do país. O homem não usava as características tranças rastafari do cantor e ignorou pedidos de fãs para que cantasse. Ao invés disso, ele recitou nomes de membros de seu clã, segundo o jornal. A crença em feitiçaria é comum na África do Sul, especialmente em regiões rurais.
A polícia da África do Sul diz estar tratando o caso como uma investigação criminal.
O
número de visitantes que foram celebrar o Natal em Israel voltou a
crescer este ano, com um grande número de peregrinos cristãos
reunindo-se em praças e igrejas. Mesmo assim, um líder cristão afirma
que Belém está cada vez mais fechada. Ele afirma ainda que o próprio
Jesus não seria capaz de entrar na cidade, se tentasse visita-la nos
dias de hoje.
A Igreja da Natividade, em Belém, onde acredita-se ser o local do nascimento de Jesus Cristo,
é liderada pelo padre Ibrahim Shomali. Ele cita o aumento dos
assentamentos judaicos entre Jerusalém e Belém como um obstáculo
potencialmente intransponível.
“Se os pais de Jesus decidissem vir este ano a Belém, encontrariam uma
cidade fechada?, disse Shomali. ”Ele teria de nascer em um posto de
controle ou no muro de separação. Maria e José precisariam de permissão
especial ou tentarem entrar como turistas. Este é um grande problema
para os palestinos em Belém. O que acontecerá quando eles ficarem
totalmente isolados do mundo?”, acrescentou.
Entre os assentamentos mais intrusivos está Har Homa, uma enorme
comunidade, de quase 20.000 pessoas. Ela foi construída sobre as terras
onde acredita-se que os anjos contaram aos pastores sobre o nascimento
de Jesus.
Um acordo político impede palestinos da Jerusalém Oriental entrarem em
Jerusalém, ou Belém, sem licença de turista israelense. Os líderes da
região, incluindo Shomali, temem que os assentamentos possam alterar
permanentemente a paisagem geográfica da região.
A evasão dos cristãos, que representam 2% da população israelense, pode
diminuir ainda mais esse percentual. ”Quando olho para a lista de
membros da minha igreja, muitos dos nomes de famílias históricas da área
já se foram”, disse Shomali. ”Em 20 anos, acho que não teremos mais
cristãos em Belém “.
Em uma declaração oficial recente, o primeiro-ministro israelense
Benjamin Netanyahu exortou os peregrinos e turistas a visitem Israel
durante a época do Natal e celebrarem abertamente. “Em uma região onde
os cristãos são rotineiramente perseguidos e onde há pouca tolerância
para a fé dos outros, o governo de Israel oferece garantias de segurança
e liberdade de culto para todos”.
Mas isso não muda o fato de que as celebrações de Natal estão
praticamente extintas em outras cidades israelenses. A comunidade cristã
hoje é composta principalmente de estrangeiros que emigraram para
Israel. Não há números oficiais de convertidos do judaísmo ao
cristianismo, pois trocar de religião ainda é proibido em Israel.
Acura de um homem que estava com uma grave infecção pulmonar fez com que ele e toda a sua família aceitam a Jesus em uma tribo da Ásia.
Makul Pillai tentou a cura adorando diversos deuses e deusas que fazem parte da sua cultura, mas não foi atendido. Preocupados com sua saúde, seus familiares o levaram até o hospital onde foi diagnosticado com uma infecção pulmonar grave que exigiria três dias de tratamento.
Assim que deixou o hospital, Makul foi evangelizado pelo Ministério Evangelho para a Ásia, com suporte missionário de Siraj Rangan, que estava servindo em sua região. Makul compartilhou a agonia de seus problemas de saúde com o missionário, que o assegurou que Jesus Cristo poderia tirar-lhe a enfermidade.
O homem recebeu uma oração e foi convidado a participar de um culto ao domingo. Na semana seguinte, Siraj viu Makul e sua família entraram na igreja. Com alegria, ele e os fiéis começaram a orar para a cura de Makul. Até o final de suas orações, a infecção que assolava os pulmões Makul desapareceu completamente.
Por conta dessa cura divina, o homem e sua família que antes praticavam magia negra e bruxaria decidiram que iriam viver para Deus. Hoje eles são membros da igreja do pastor Siraj que desde 2003 trabalha evangelizando os moradores de uma tribo que vive na selva e também fazem evangelismo.
O pastor Siraj serve numa igreja de 30 crentes e começou quatro missões em aldeias vizinhas, onde os irmãos reúnem-se regularmente para orar.