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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Somália - Mais um cristão é assassinado por causa de sua fé

O grupo rebelde Al Shabaab na Somália, matou publicamente um jovem cristão na semana passada por se converter ao cristianismo e deixar o Islã, segundo informou o diário Morning Star News.

Hassan Hurshe, de 28 anos de idade, havia se convertido ao cristianismo quando se mudou para o Quênia e voltou para Somália sua terra natal em 2010. No entanto, os membros da Al Shabaab, grupo militante islâmico que opera na Somália, arrastaram o jovem cristão em um lugar publico na cidade de Jilib, onde dispararam em sua cabeça.
De acordo com uma testemunha “muitas pessoas viram esta ação horrível, incluindo mulheres e crianças“. Segundo um líder da igreja subterrânea na Somália, Hurse havia se convertido em 2006, se casando em 2008 e teve um filho em 2009.
Em 2010, a família mudou-se para cidade Jilib que tem cerca de 45 mil habitantes, na região de Juba, onde abriu uma mercearia.
Os Somalis são considerados muçulmanos desde o nascimento, e a apostasia, ou deixar o islã, é punível com a morte. Após a execução, os pais de Hurshe, sua viúva e seu filho fugiram da região.
Muitos cristãos somalis, que haviam fugido para o Quênia, voltaram a país depois que em agosto de 2012 se formava um governo de transição no país. Desde então tropas governamentais somalis, apoiadas pela Missão da União Africana na Somália (AMISOM) voltaram a tomar o controle de grandes extensões do território.
No entanto, Al Shabaab continua sendo forte em muitos lugares. O grupo terrorista, que tem vínculos com a Al Qaeda, se comprometeu em eliminar os cristãos da Somália. Sendo esse o motivo de que muitos cristãos se reunirem em secreto, tentando evitar a perseguição deste grupo.

*Informação Morning Star News / Inforgospel   Lí em Amigo de Cristo

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Islâmicos radicais dão ultimato para cristãos sairem do norte da Nigéria

Homens armados atacaram uma igreja em Gombe, Nigéria, na noite de ontem, matando seis pessoas e deixando outras 10 feridas. “Eram 19h30 (16h30 de Brasília).

Eu estava dirigindo as orações da congregação. Estávamos de olhos fechados quando homens armados entraram na igreja e abriram fogo contra as pessoas”, disse o pastor John Jauro à AFP.

O pastor contou que houve uma grande confusão quando os fiéis tentaram sair do templo. No domingo, um porta-voz do grupo islâmico radical Boko Haram anunciou um ultimato de três dias para que os cristãos abandonassem o norte da Nigéria, majoritariamente muçulmano. O ataque contra a igreja de Gombe não foi reivindicado até o momento.

No fim de dezembro, o presidente Goodluck Jonathan declarou estado de emergência na zonas do país que podem ser afetadas pela violência da seita islamita Boko Haram e anunciou o fechamento de parte das fronteiras. Os conflitos já deixaram dezenas de mortos no país.

FONTE: Diário de Pernambuco - 06/01/2012 com notícias da AFP
Publicado também em ANGOLA PRESS

Mais uma vez a Nigéria está nas páginas do mundo por conta da perseguição religiosa e nós somos convocados a interceder por missões e missionários.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uzbequistão - Ore pelos cristãos perseguidos


No Uzbequistão, país da Ásia Central, os cristãos continuam a sofrer perseguição. Para se ter uma ideia, possuir uma Bíblia pode ser considerado um crime grave e as pessoas pegas com o Livro são espancadas ou condenadas a pagar uma multa.




 O Uzbequistão está localizado na Ásia central, entre o Cazaquistão e o Turcomenistão. O território uzbeque é caracterizado pela presença de desertos arenosos e pontilhados por dunas que circundam vales intensamente irrigados ao longo dos rios Amu Dária, Sir Dária e Zarafshon. A pecuária ocupa quase metade do território do país, que apresenta um clima árido e não possui saída para o mar.




População
A população do Uzbequistão tem minguado nos últimos anos por conta da emigração de uzbeques para países vizinhos, em busca de trabalho. No entanto, ele ainda é o país mais populoso da Ásia Central.
Entre as principais cidades estão Tashkent, Samarqand e Bukhara, todas com séculos de história. As comunidades rurais, onde vive mais da metade da população uzbeque, são densamente povoadas.

A sociedade uzbeque lembra o Ocidente em muitos aspectos. O país adotou o calendário gregoriano e não existem mais casamentos arranjados. O uso da telefonia, televisão e de outros meios de comunicação está crescendo amplamente.

A esmagadora maioria da população é muçulmana. No entanto, muitos uzbeques praticam crenças supersticiosas debaixo da superfície islâmica, utilizando amuletos e seguindo tradições animistas.

Há um descontentamento cada vez maior no país, o que alimenta o extremismo religioso. O governo, por sua vez, tem adotado uma política de mão-de-ferro, não tolerando grupos religiosos que não tenham sido registrados.


Governo
Até o colapso do comunismo na década de 1990, o Uzbequistão era parte da União Soviética. Sua independência foi declarada em 1991 e uma nova Constituição foi promulgada no final de 1992.

O texto constitucional, no entanto, tem passado por diversas alterações. O atual sistema de governo é uma república presidencialista baseada em uma legislação derivada do sistema legal soviético, e o país ainda carece de um sistema judiciário independente.

Economia
O Uzbequistão era uma das repúblicas mais pobres da antiga União Soviética. Atualmente, ele é o segundo maior exportador de algodão do mundo e fornecedor de gás natural e ouro.
Além disso, as indústrias químicas e metalúrgicas do país formam um importante polo industrial na região.

Mas sua situação econômica está se deteriorando rapidamente, uma vez que não foram realizadas as reformas necessárias. Junto a isso, o nível de corrupção e burocracia impede o crescimento econômico e sufoca iniciativas privadas.
O controle estrito sobre a agronomia é comum e, apesar de declarações sobre reforma agrária e privatização no setor, os fazendeiros não têm autonomia real. Para que haja uma reforma, é necessário que a corrupção seja combatida a partir das esferas mais altas da sociedade.

O Uzbequistão está na rota do narcotráfico, que vai do Afeganistão para o mercado russo e do Leste Europeu. O país luta contra a dependência química que atinge um número cada vez maior de habitantes.

A Igreja
O cristianismo foi difundido na Ásia Central pela Igreja Apostólica do Oriente, mas foi drasticamente afetado pelas campanhas militares de Tamerlão (o último conquistador da Ásia Central) nos séculos XIV e XV. Nos séculos seguintes, o islamismo passou a dominar as áreas conquistadas. Com tudo isso, o cristianismo é praticado hoje por menos de 10% da população uzbeque.

Antes de 1991 , quando o Uzbequistão se tornou um Estado independente, havia poucos cristãos. A Igreja Russa tinha de funcionar em segredo e a maioria de seus membros não tinha visão de evangelizar e compartilhar o evangelho com os uzbeques. Entretanto, no começo daquela década, os uzbeques começaram a buscar o Senhor. Gradualmente, uma Igreja começou a se formar, com um estilo de culto e evangelismo baseado em sua própria cultura.

Geralmente a Igreja cresce na família. Os parentes percebem a mudança que o evangelho causou em um parente e acabam abraçando a fé cristã.

Metade desses cristãos mantém sua identidade religiosa em sigilo. Os demais são ortodoxos russos que se mudaram para o país durante o domínio soviético. Muitos ortodoxos estão regressando para a Rússia, o que tem feito a Igreja no Uzbequistão diminuir.

O crescimento da Igreja nativa (formada por convertidos uzbeques) é rápido. O número de pequenos grupos cresce a largos passos.

A perseguição
O controle que o governo exerce sobre a Igreja é forte. Todas as comunidades religiosas têm de se registrar. Porém, para a Igreja protestante, esse é um processo longo, cansativo e quase impossível. Geralmente o registro é negado; às vezes, ele é concedido só para ser retirado novamente. Não há igrejas nativas uzbeques com registro (só as estrangeiras o possuem).

O governo não permite nenhum tipo de culto ou religião independente. Além disso, todas as formas de evangelização são proibidas. Líderes cristãos são constantemente vigiados e sofrem frequentes hostilidades no país.

A importação e impressão de livros no país são estritamente monitoradas e censuradas. As autoridades nacionais e locais confiscam livros cristãos no idioma uzbeque com frequência. Há altíssimas multas para aqueles envolvidos em distribuição de livros cristãos.

A televisão nacional transmite programas negativos sobre as igrejas. Como resultado, muitas pessoas sofreram pressões físicas e psicológicas na comunidade em que vivem.

Em 2006, o pastor pentecostal Dmitry Shestakov, foi condenado a quatro anos de prisão por promover atividades religiosas. Pediu apelo da sentença, mas este lhe foi negado. Foi dito que primeiramente a promotoria tentou acusar o pastor sob o artigo 216-2 do Código Criminal, que pune “violação da lei de organizações religiosas” com prisões de até três anos. Entretanto, a polícia secreta do Serviço de Segurança nacional ordenou que Dmitry fosse acusado de traição, uma ofensa mais séria.

“A polícia secreta estava particularmente irritada porque Dmitry estava pregando entre o povo uzbeque”, disse um cristão. “Parece que eles estão se preparando para fazer do julgamento de Dmitry um aviso para os outros.”

O caso do pastor Dmitry Shestakov é único no que diz respeito à perseguição de minorias religiosas na história recente do Uzbequistão. Quando as autoridades querem punir fiéis religiosos por sua atividade, elas geralmente abrem processos sob “violação da lei de organizações religiosas”, ou “violação de procedimento no ensino religioso”. A pena máxima para quem infringe esses artigos é de 15 dias de prisão, embora normalmente os religiosos sejam multados, em vez de irem para a cadeia.

No dia 7 de maio de 2007, Dmitry foi transferido da prisão de Andijan para um campo de trabalhos forçados em Pskent. Lá ele passou duas semanas em uma solitária por ter supostamente “violado regras internas”. No dia 25 de maio, ele foi transferido novamente, desta vez para uma prisão em Navoi. Esta cidade fica bem longe de Andijan. As autoridades alegaram que a mudança aconteceu por causa de suposto mau comportamento. Os dias para a família de Dmitry não têm sido fáceis. Eles não sabem em qual prisão ele está. Enquanto isso, diversos membros da igreja do pastor estão sendo investigados e punidos.

“Quando Dmitry foi preso eu estava com medo”, disse Marina, sua esposa. “Tive medo, não por mim e pelas minhas filhas, mas por meu marido. As crianças ainda não sabem expressar o sofrimento em lágrimas, sofrem por dentro. Eu disse que o pai não era culpado. Expliquei que sempre trabalhamos pela salvação do povo uzbeque e que esse era o preço a pagar”, disse ela.
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Fontes
Blog do Wal Cordeiro
2008 Report on International Religious Freedom
Países@
Portas Abertas Internacional
The World Factbook
AD Industrial

Saiba mais em Equattoria

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sudão do Sul - genocídio contra cristãos

Por Julio Severo
Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecidas em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.
Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.
A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.
A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?
Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.
O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.
No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?
Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?
Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?

Para saber mais sobre este assunto, sugiro acessar os links:
Cambonianos (site católico romano)
Blog de Silvia Mota (com fotos da tragédia)
Portas Abertas 1 e 2
PIME Org
Guia do Estudante (Artigo de 2006 )
Angola Press (reportagem sobre a independência)
BBC Brasil (reportagem sobre a denúcia das igrejas e de astros de Hollywood)


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Crianças podem ser proibidas de ir à igreja no Tajiquistão

Direitos religiosos das crianças no Tajiquistão estão sendo perseguidos . De acordo com o Forum 18, duas novas leis aprovadas pelo Parlamento Europeu na quinta-feira iriam proibir menores de 18 anos para participar de atividades religiosas.

O Pr. Joel Griffith que faz parte da “Slavic Gospel Association” (Associação Evangélica Eslavas) questionou os motivos do governo: “Tenho certeza de que o governo vai dizer que é voltada essencialmente para o extremismo, mas como já vimos na prática, a fé Cristã é principalmente atacada por coisas como esta.”
Griffith diz: ” Temos igrejas locais próprias que seriam afetados por esta lei, não permitindo as crianças ir aos cultos de adoração até que completem 18 anos … É uma questão de profunda preocupação para as igrejas. ”
 
A situação poderia se tornar perigoso se os agentes começaram a monitorar as igrejas para garantir que eles estão cumprindo com a lei. Griffith acrescentou: “As igrejas evangélicas continuar proclamando o evangelho, apesar disso e tenho certeza que vai ensinar às crianças as coisas do Senhor. Mas, obviamente, ao faze-lo, a igrejas iriam colocar as suas famílias em risco, se a lei for aplicada de forma agressiva.“ Os documentos legais serão enviados para o Presidente do Tajiquistão para ele dar a aprovação antes de se tornarem oficiais .

NOTA: Matéria de 26/07/11 – portanto a lei não foi ainda aprovada pelo governo,então pedimos aos amados que ajude o pastor Joel Griffith em oração para que o governo anule este projeto e eles voltem ter a liberdade de ensinar o evangelho as crianças naquele país.

Notícias Cristãs com informações do Charisma via Inforgospel


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Índia - Cristãos perseguidos e mortos

Recebí e-mail do Restoring Asia Ministries  com o relatório das atividades de junho e pedidos de oração pela igreja na Índia. Eis alguns relatos de persguição severa:
Hindus extremistas continuam a visar os cristãos na Índia com o assédio, as acusações falsas, espancamentos e até assassinatos. O Conselho Global de Cristãos Indianos acredita que extremistas hindus estão envolvidos em dois recentes assassinatos de cristãos no estado de Andhra Pradesh. No caso mais recente, Nirupama Pradhan 17 anos de idade foi estuprada e assassinada depois da escola em 12 de Maio de 2011. Seu pai, Sitrian Pradhan, informou quem foi o possível assassino, mas de acordo com a Ásia News, a polícia não tem feito nada para encontrar o assassino.
A polícia também têm se recusado a apresentar um relatório pós-morte à viúva de Saul Pradhan, um pregador cristão que foi assassinado em 10 de Janeiro de 2011. Pradhan começou a trabalhar em um novo emprego numa fábrica de tijolo em outra aldeia. Quando ele não voltou para casa do trabalho um dia, sua família procurou-o e encontrou seu corpo perto de uma lagoa. Polícia originalmente afirmou Pradhan morreu por causa do "frio", mas seus empregadores, os radicais hindus, mais tarde confessou o assassinato.

Em 8 de Maio, os radicais hindus pararam o Pastor B. Vijaya Kumar e sua família que voltavam para casa de uma reunião de oração, de acordo com a Compass Direct News.
 Após os extremistas deterem a família por três horas, a polícia chegou e questionou Kumar. Eles disseram à família para deixarem a área e informaram que estariam isentos de qualquer responsabilidade se algo acontecesse a eles. Mais cedo, jornais locais informaram que falsamente Kumar foi converter as pessoas, oferecendo-lhes dinheiro.
Extremistas em Madhya Pradesh acusoram outro pastor de conversões forçadas. Extremistas hindus pararam o Pastor Shivraj Maravi de renovar a sua pequena casa, onde, por vezes, realiza cultos de domingo. Logo após os extremistas fizeram um boletim de ocorrência na delegacia no dia 4 de Maio 2011, a polícia prendeu Maravi e o acusaram de conversão forçada a conforme a Lei do estado anti-conversão. Compass Direct reportou que Maravi parou de trabalhar em sua casa porque ele temia ser atacado por extremistas.
Extremistas hindus no estado de Maharashtra também parou a construção de um edifício da igreja e impôs um boicote contra os cristãos na área. Quando os cristãos se queixaram à polícia, a polícia disse ao grupo para obter a permissão do chefe da vila, que posteriormente se recusou a ajudá-los. No boicote que se seguiu, o grupo extremista proibiu que a mercadoria de vegetais dos cristãos fossem para o mercado, cortando seus meios de subsistência. Os extremistas ordenonaram os cristãos a deixarem a aldeia e disseram que não permitiriam que crianças cristãs frequentassem a escola local.

Por favor, não cesse de orar pela Igreja Perseguida.

Ap. Gustavo Melo, D.Miss.
www.rasiam.com

Sources: Compass Direct News, Asia News

Para saber mais sobre perseguição a cristãos na Índia clique AQUI e AQUI

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Alerta: A cada cinco minutos um cristão é assassinado no mundo


Hungria - De acordo com o sociólogo Massimo Introvigne a cada cinco minutos um cristão morre assassinado em razão da sua fé. Esse dado foi apresentado durante a Conferência Internacional sobre Diálogo Inter-Religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Gödöllö (Budapeste), promovida pela presidência húngara da União Europeia.

Introvigne, que é representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra a intolerância e a discriminação contra os cristãos, indicou que 105 mil deles são assassinados cada ano por sua fé.

Esse número abrange somente os verdadeiros martírios, os que são levados à morte pelo fato de serem cristãos, sem considerar as vítimas de guerras civis ou entre nações.

Se não se gritam ao mundo estes números, se não se põe fim a este massacre, se não se reconhece que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e discriminação religiosa, o diálogo entre as religiões produzirá somente encontros muito bonitos, mas nenhum resultado concreto,” declarou o especialista.

O encontro reuniu diversas personalidades religiosas, entre elas o diplomata egípcio Aly Mahmoud que declarou que seu país terá em breve leis que protegerão as minorias cristãs.

O “ministro de Assuntos Exteriores” da Igreja Ortodoxa Russa, metropolitano Hilarion recordou que pelo menos um milhão de cristãos vítimas de perseguição no mundo são crianças.

Fonte: Zenit - Reproduzido em Amigo de Cristo