terça-feira, 2 de agosto de 2011

Índia - Família se converte após cura divina

 
A cura de um homem que estava com uma grave infecção pulmonar fez com que ele e toda a sua família aceitam a Jesus em uma tribo da Ásia

Makul Pillai tentou a cura adorando diversos deuses e deusas que fazem parte da sua cultura, mas não foi atendido. Preocupados com sua saúde, seus familiares o levaram até o hospital onde foi diagnosticado com uma infecção pulmonar grave que exigiria três dias de tratamento.

Assim que deixou o hospital, Makul foi evangelizado pelo Ministério Evangelho para a Ásia, com suporte missionário de Siraj Rangan, que estava servindo em sua região. Makul compartilhou a agonia de seus problemas de saúde com o missionário, que o assegurou que Jesus Cristo poderia tirar-lhe a enfermidade. 

O homem recebeu uma oração e foi convidado a participar de um culto ao domingo. Na semana seguinte, Siraj viu Makul e sua família entraram na igreja. Com alegria, ele e os fiéis começaram a orar para a cura de Makul. Até o final de suas orações, a infecção que assolava os pulmões Makul desapareceu completamente.

Por conta dessa cura divina, o homem e sua família que antes praticavam magia negra e bruxaria decidiram que iriam viver para Deus. Hoje eles são membros da igreja do pastor Siraj que desde 2003 trabalha evangelizando os moradores de uma tribo que vive na selva e também fazem evangelismo. 

O pastor Siraj serve numa igreja de 30 crentes e começou quatro missões em aldeias vizinhas, onde os irmãos reúnem-se regularmente para orar.

Fonte: Gospel Prime
Ví no Blog do Pr Artur Eduardo, Fatos em Foco

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sudão do Sul - genocídio contra cristãos

Por Julio Severo
Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecidas em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.
Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.
A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.
A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?
Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.
O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.
No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?
Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?
Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?

Para saber mais sobre este assunto, sugiro acessar os links:
Cambonianos (site católico romano)
Blog de Silvia Mota (com fotos da tragédia)
Portas Abertas 1 e 2
PIME Org
Guia do Estudante (Artigo de 2006 )
Angola Press (reportagem sobre a independência)
BBC Brasil (reportagem sobre a denúcia das igrejas e de astros de Hollywood)


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Crianças podem ser proibidas de ir à igreja no Tajiquistão

Direitos religiosos das crianças no Tajiquistão estão sendo perseguidos . De acordo com o Forum 18, duas novas leis aprovadas pelo Parlamento Europeu na quinta-feira iriam proibir menores de 18 anos para participar de atividades religiosas.

O Pr. Joel Griffith que faz parte da “Slavic Gospel Association” (Associação Evangélica Eslavas) questionou os motivos do governo: “Tenho certeza de que o governo vai dizer que é voltada essencialmente para o extremismo, mas como já vimos na prática, a fé Cristã é principalmente atacada por coisas como esta.”
Griffith diz: ” Temos igrejas locais próprias que seriam afetados por esta lei, não permitindo as crianças ir aos cultos de adoração até que completem 18 anos … É uma questão de profunda preocupação para as igrejas. ”
 
A situação poderia se tornar perigoso se os agentes começaram a monitorar as igrejas para garantir que eles estão cumprindo com a lei. Griffith acrescentou: “As igrejas evangélicas continuar proclamando o evangelho, apesar disso e tenho certeza que vai ensinar às crianças as coisas do Senhor. Mas, obviamente, ao faze-lo, a igrejas iriam colocar as suas famílias em risco, se a lei for aplicada de forma agressiva.“ Os documentos legais serão enviados para o Presidente do Tajiquistão para ele dar a aprovação antes de se tornarem oficiais .

NOTA: Matéria de 26/07/11 – portanto a lei não foi ainda aprovada pelo governo,então pedimos aos amados que ajude o pastor Joel Griffith em oração para que o governo anule este projeto e eles voltem ter a liberdade de ensinar o evangelho as crianças naquele país.

Notícias Cristãs com informações do Charisma via Inforgospel